"Não basta ajuntar valores espirituais para a garantia da felicidade.
A supercultura consegue atualmente na Terra feitos prodigiosos, em todos os reinos da natureza física, desde o controle das forças atômicas às realizações da astronáutica. No entanto, entre os povos
mais adiantados do planeta, avançam duas calamidades morais do materialismo, corrompendo-lhe as forças: o suicídio e a loucura, ou mais propriamente, angústia e a obsessão.
É que o homem não se aprovisiona de reservas espirituais à custa de máquinas. Para suportar os atritos necessários à evolução e aos
conflitos resultantes da luta regenerativa, precisa alimentar-se com
recursos da alma e apoiar-se neles." (os grifos são nossos)
("Supercultura e calamidades morais", Ceifa de Luz, cap. 37; reproduzido por "O Evangelho por Emmanuel", de Francisco Cândido Xavier", ed. FEB)
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